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terça-feira, 14 de julho de 2015

Terra viverá "mini era glacial" daqui 15 anos, apontam cientistas



A Terra passará novamente por um dos piores períodos que já viveu. Ou pelo menos uma miniatura dele. Especialistas afirmam que, em 15 anos, nosso planeta deverá passar por um “mini era glacial” que trará invernos absurdamente frios para todos.

De acordo com a descoberta, feita através de um novo modelo de atividade solar capaz de dar previsões precisas sobre clima, o rio Tamisa, em Londres, poderá ficar inteiro congelado nesse período. Isso porque a atividade solar cairá em aproximadamente 60%.

Essa queda fará com que a humanidade passe a viver como no século 17 na questão climática. Registros mostram que essa foi a última vez que ingleses viram o Tamisa totalmente congelado. À época, o rio ficou sete semanas nesta forma. 

Ainda de acordo com os especialistas, tudo isso acontecerá porque os fluidos no interior do Sol criam ciclos a cada 11 anos. Estes irão se convergir em 2030 e, por isso, a “mini era glacial” acontecerá na Terra.[Fonte: Yahoo]

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Plataforma de gelo da Antártida está sumindo, diz Nasa

A última parte intacta de uma das plataformas de gelo gigantescas da Antártida está se enfraquecendo muito rápido e, provavelmente, vai se desintegrar completamente nos próximos anos, contribuindo para a elevação do nível do mar, de acordo com um estudo da Nasa divulgado na quinta-feira (14/05/2015).
A pesquisa incidiu sobre um remanescente da chamada plataforma de gelo Larsen B, que existe há pelo menos 10 mil anos, mas ruiu parcialmente em 2002. O que resta abrange cerca de 1,6 mil quilômetros quadrados.
A Antártida tem dezenas de plataformas de gelo – placas maciças e flutuantes de gelo alimentadas por geleiras pairando sobre o mar na borda da linha costeira do continente. A maior tem aproximadamente o tamanho da França. A Larsen B está localizada na Península Antártida, que se estende em direção ao extremo sul da América do Sul e é uma das duas principais áreas do continente onde os cientistas documentaram o encolhimento dessas formações de gelo.
"Esse estudo das geleiras da Península Antártida fornece indícios sobre a forma como as plataformas de gelo mais ao sul, que possuem muito mais terra gelada, vão reagir a um clima mais quente", disse Eric Rignot, coautor da pesquisa e glaciologista do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa em Pasadena, Estado da Califórnia.
Quase 200 países concordaram em negociar um pacto da ONU no final de 2015 para combater as mudanças climáticas no mundo, que a maioria dos cientistas prevê que elevarão o nível dos mares e trarão mais enchentes, secas e ondas de calor. O Painel Intergovernamental sobre Mudança Climáticas, da ONU, citou uma probabilidade de pelo menos 95 por cento de que a aceleração do aquecimento do planeta tenha sido desencadeada por atividades humanas.
O estudo sobre a plataforma de gelo, publicado online na revista Earth and Planetary Science Letters, se baseou em levantamentos aéreos e dados de radar. [Fonte: Terra]

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Duas de cada três pessoas sofrerão com falta de água em 2050, diz ONU

A escassez de água afetará dois terços da população mundial em 2050 devido ao uso excessivo de recursos hídricos para a produção de alimentos, alertou nesta terça-feira (14/04/2015) a Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Esta é uma das conclusões do relatório "Para um futuro com segurança hídrica e alimentícia", elaborado pela FAO foi apresentado no segundo dia do VII Fórum Mudial da Água (FMA), realizado em Daegu, na Coreia do Sul.
Atualmente, 40% da população do planeta sofre com a escassez de água, uma proporção que aumentará até dois terços de população para 2050, diz o documento.
Este crescimento existiá pelo "sobreconsumo de água para a produção de alimentos e a agricultura", segundo a FAO. A organização ressalta que atualmente há várias zonas do planeta onde é utilizada mais água subterrânea e não há tanta reposição de forma natural.
Em particular, o relatório aponta "grandes zonas da Ásia meridional e oriental, Oriente Médio, África do Norte e América do Norte e Central", acrescentando que em algumas regiões "a agricultura intensiva, o desenvolvimento industrial e o crescimento urbano são responsáveis da contaminação das fontes de água".
"A segurança alimentar e hídrica estão estreitamente unidas", disse Benedito Braga, presidente do Conselho Mundial de Água, ao apresentar o relatório. Ele também defendeu uma agricultura centrada na sustentabilidade mais do que na rentabilidade imediata.
Governos precisam atuar com urgência
Por isso, a FAO pede aos governos de todo o mundo que atuem "para assegurar que a produção agrícola, criadora de gado e pesqueira seja realizada de forma sustentável e contemple ao mesmo tempo a salvaguarda dos recursos hídricos".
"Achamos que desenvolvendo os enfoques locais e com os investimentos adequados, os líderes mundiais podem assegurar que haverá suficiente volume, qualidade e acesso à água para garantir a segurança alimentar em 2050 e além", afirmou Braga, que também é secretário estadual de saneamento e recursos hídricos do estado de São Paulo.
Agricultura: maior consumidor de água

Segundo o relatório, em 2050 será necessário 60% a mais de alimentos para alimentar o planeta, enquanto a agricultura seguirá sendo o maior consumidor de água em nível mundial.

Inclusive com o aumento da urbanização, em 2050 grande parte da população mundial seguirá ganhando a vida com a agricultura, enquanto o setor verá como o volume de água disponível se reduzirá devido à concorrência das cidades e à indústria.
Neste cenário, os agricultores e sobretudo os pequenos camponeses terão que encontrar novas vias "através da tecnologia e das práticas de gestão" para aumentar sua produção com uma disponibilidade limitada de terra e de água, acrescenta o documento.
O FMA, um evento trienal que está na sétima edição, é organizado pelo Conselho Mundial de Água, uma plataforma internacional fundada em 1996 para dar resposta aos problemas vinculados a este recurso em nível mundial.[Fonte: G1]

terça-feira, 28 de abril de 2015

Vaticano e ONU se unem sobre as mudanças climáticas contra céticos

Papa Francisco e secretário-geral da ONU discutem aquecimento global em reunião reservada no Vaticano

Por Philip Pullella
CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O Vaticano e a Organização das Nações Unidas (ONU) se juntaram nesta terça-feira para alertar o mundo sobre os efeitos das mudanças climáticas, indo firmemente contra os céticos que negam que a atividade humana contribui para mudar os padrões climáticos mundiais.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, conversou sobre mudanças climáticas com o papa antes de abrir uma conferência de cientistas e religiosos chamada "As Dimensões Morais das Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável".
O papa, que deve fazer um grande pronunciamento sobre desenvolvimento sustentável na ONU em setembro, disse acreditar que o homem é o principal responsável pelas mudanças no clima e está escrevendo uma encíclica sobre o meio ambiente.
Ban, abrindo a conferência organizada pela Pontifícia Academia de Ciências que reuniu cerca de 60 cientistas, líderes religiosos e diplomatas, pediu que os países industrializados invistam em energias limpas e reduzam suas emissões de carbono.
"Mitigar a mudança climática e se adaptar a seus efeitos é necessário para a erradicação da extrema pobreza, redução da desigualdade e assegurar um desenvolvimento econômico sustentável", disse o secretário-geral.
A declaração final da conferência, que teve duração de apenas um dia, disse que "a mudança climática induzida pelo humano é uma realidade científica e a diminuição decisiva é um imperativo moral e religioso para a humanidade".[Fonte: dci]

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Último rinoceronte branco da Terra é vigiado 24 horas por dia


Para aumentar sua segurança, além de monitoramento via transmissores de rádio, Sudan conta com a proteção de guardas armados 
Um rinoceronte chamado Sudan está sendo vigiado por guardas armados o dia inteiro devido o fato de ser o último de sua espécie na Terra. O Sudan é o único macho restante da subespécie de rinocerontes brancos do norte, graças à caça desenfreada que atingiu níveis catastróficos nos últimos anos. Seus parentes e antepassados foram mortos para a retirada de seus chifres, que são vendidos por um alto valor na Ásia, onde se acredita serem eficazes na cura de diversas doenças.
Para aumentar sua segurança, além de monitoramento via transmissores de rádio, Sudan conta com a proteção de guardas armados na Ol Pejeta Conservancy no Quênia, que o cercam dia e noite para manter o rinoceronte de 40 anos de idade e outros dois do sexo feminino de sua subespécie vivos. (Há apenas dois outros rinocerontes brancos do norte do mundo, duas fêmeas, também em cativeiro.)
Além da vigilância outra medida foi tomada, a remoção de seus chifres. “O único motivo para a remoção dos chifres é para proteger contra caçadores ’’ Elodie Sampere, da tutela, disse ao The Dodo. “Se o rinoceronte não tem chifre, ele não é de interesse para os caçadores, isto é unicamente para mantê-los a salvo.”
“Com a crescente demanda por chifre de rinoceronte e marfim, enfrentamos muitas tentativas de caça ilegal e combatemos um grande número delas, porém tendo por diversas vezes de arriscar nossas vidas para o cumprimento do dever”, Simon Irungu, um soldado que guarda Sudan e outros rinocerontes no Conservancy, disse em entrevista ao mundo dos Animais do Reino Unido.
Sudan e outros três rinocerontes chegaram de um zoológico na República Checa em 2009, com a esperança de reprodução dos rinocerontes em um clima e ambiente mais natural para eles. Porém em 2014, nenhum rinoceronte bebê havia nascido. O outro rinoceronte macho, Suni, morreu aos 34 anos, em outubro do ano passado, deixando Sudan e as duas fêmeas na unidade de preservação. As tentativas de reprodução com o Sudan, o último macho de reprodução rinoceronte da subespécie do mundo, têm sido infrutíferas.
Cercado por guardas dia e noite, a reserva participou de uma campanha de angariação de fundos, #RunningForRangers (#CorrendoPelosSoldados) , para ajudar a sustentar equipe de segurança do Sudan.
O esforço despendido por seres humanos para manter este rinoceronte vivo contrasta com o quão impiedosos outros seres humanos têm sido para com a espécie.
Saiba como você pode ajudar a manter o Sudan do rinoceronte seguro. (http://www.gofundme.com/olpejeta)

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Corais do Pacífico perdem a cor devido ao aquecimento global

Os recifes de corais do Pacífico norte estão a sofrer um processo de embranquecimento por causa de um fenómeno meteorológico similar ao «El Niño», que aumenta a temperatura dos oceanos.

A situação mais dramática acontece nas Ilhas Marshall, onde o embranquecimento observado desde Setembro é o pior já registado, de acordo com Karl Fellenius, oceanógrafo da Universidade do Havai, com base em Majuro, capital dessas ilhas.

Segundo C. Mark Eakin, da Vigilância de Recifes da Agência Nacional Oceânica e Atmosférica americana (NOAA), o Pacífico norte, no seu conjunto, vê-se afetado por este fenómeno.

Os novos recordes de stresse térmico na parte setentrional do Pacífico é um fenómeno natural que ocorre nos lugares em que a água circula pouco, em períodos de marés de pouca amplitude e fortes calores, e à pouca profundidade. Mas a magnitude do fenómeno estudado só pode ser explicado «pelas emissões de gases com efeito de estufa, que fazem aumentar a temperatura nos oceanos», afirma Fellenius.

A temperatura das águas mais superficiais é entre meio e um grau superior ao normal há vários meses, uma diferença suficiente para afectar os frágeis corais, acrescenta o cientista.

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) previu na recente cimeira de Lima que as temperaturas constatadas entre Janeiro e Outubro ao redor do globo poderão fazer de 2014 o ano mais quente em todo o mundo desde 1880.[Fonte: Diariodigital]
 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Diminuição de geleiras é um dos efeitos mais graves do aquecimento global


A redução das geleiras se acelera rapidamente em diferentes partes do mundo por causa do aquecimento global, o que representa uma grave ameaça de inundações e desastres naturais, além da perda de espécies e do acesso à água natural.

Em uma cadeia de nevados tropicais, como a Cordilheira Branca do Peru, a diminuição foi de 22% entre 1970 e 2003, e no mar de Amundsen, a oeste da Antártida, a perda anual foi de 83 bilhões de toneladas de gelo desde 1992.

As montanhas ocupam 24% da superfície terrestre e abrigam 1,2 bilhão de pessoas a seus pés. Metade da população assentada nas regiões montanhosas dos países em desenvolvimento sofre de fome crônica e a maioria vive em extrema pobreza, o que agrava a situação social causada pelo degelo das geleiras, explicou à Agência Efe a porta-voz do programa "Homem e Biosfera" da Unesco, María Rosa Cárdenas.

"A montanha é um regulador do clima, é um regulador das correntes de vento, dos fluxos de água, e pode dar certa proteção contra os riscos naturais", comentou Cárdenas. "A situação em outras partes do mundo é semelhante a que se vê na América Latina, uma diminuição das geleiras e perda da massa, o que está contribuindo muito para um dos principais problemas, que é a aparição de lagos de origem geleira", acrescentou Cárdenas.

Estes lagos têm um grande volume de água, originada de uma geleira derretida, mas em um lugar instável e que rapidamente transborda e pode gerar "danos enormes" nas povoações, como inundações repentinas, exemplificou a especialista.

Este programa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura apresentou em Lima, durante a Conferência sobre Mudança Climática das Nações Unidas (COP20), uma exposição de imagens de satélite sobre o estado das geleiras no mundo em consequência da mudança climática.
A exposição "Os impactos da mudança climática nas regiões montanhosas do mundo" mostra 23 imagens da Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial, a Agência Espacial Europeia e o Serviço Geológico dos Estados Unidos em painéis instalados na prefeitura de Lima.

Cárdenas assinalou que só em uma das 23 geleiras analisadas, situada na Noruega, houve retrocesso na diminuição da massa geleira.

"Há geleiras que em 10 anos retrocederam um ou dois quilômetros, mas em outras geleiras podemos ver um retrocesso muito maior em 50 anos", disse.
"É um pouco difícil falar do que está se passando em nível mundial, de quantos quilômetros estão retrocedendo porque nem em nível mundial nem regional podemos dar um número exato", acrescentou.

No caso das geleiras tropicais, o monitoramento registrou retrocessos importantes, como o nevado Quellcaya, na região peruana de Cuzco, onde sua principal geleira, Kori Kari, retrocedeu 1,2 quilômetro em 1978 e em 2008.
O terreno que rodeia as geleiras costuma ter rochas soltas e esta instabilidade piora quando há sismos, como no Peru.

Nos povoados da Cordilheira Branca pelo menos 30 mil pessoas morreram em 30 catástrofes naturais ocorridas entre 1941 e 2005, de acordo com os estudos divulgados pela Unesco.

Já em uma zona da Antártida, o ritmo de derretimento das geleiras triplicou na última década, segundo um estudo da Universidade da Califórnia em Irvin e do Jet Propulsion Laboratory, da Nasa.

As geleiras no mar de Amundsen, ao oeste da Antártida, perderam 83 bilhões de toneladas anuais desde 1992, e o ritmo de derretimento subiu para 16,3 bilhões de toneladas anuais desde 2003, apontou a pesquisa divulgada em Lima.

Parte das consequências da perda das geleiras é a necessidade de readaptação da quantidade de água que poderemos contar para beber ou usar na agricultura, assim como para gerar energia.[Fonte: Correio do Estado]

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Sem zerar efeito estufa, temperatura subirá 2°c

Yahoo Notícias - Sem zerar efeito estufa, temperatura subirá 2°c

Ao apresentar nesse domingo, 2/11/2014, os textos sínteses dos mais recentes relatórios do Painel Internacional de Mudança Climática (IPCC), o presidente do grupo científico, Rajendra Pachauri, afirmou não haver outra saída aos governos senão o corte das emissões de gases do efeito estufa para evitar o aumento de 2°C na temperatura da terra até o fim do século. “A comunidade científica falou. Agora passo o bastão aos governos.”


Pachauri mostrou-se otimista em relação a um acordo entre os 190 países em Paris, em 2015, durante a Conferência das Partes sobre Mudança Climática (COP21). As sínteses dos relatórios do IPCC servirão como base para as negociações. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon, lembrou que a tentativa de um acordo em 2009, em Copenhague, falhou porque os líderes estavam concentrados na crise financeira mundial.



Mas há dois meses, em Nova York, os líderes reunidos na Cúpula da Mudança Climática se comprometeram a alcançar um acordo em 2015. “Mesmo que as emissões de gases do efeito estufa acabem agora, ainda vamos continuar a sentir os efeitos da mudança climática”, afirmou Ban. 



As sínteses elaboradas ao longo da semana passada preservaram as principais constatações dos três últimos relatórios do IPCC sobre o aquecimento global e seus efeitos sobre as pessoas e os ecossistemas. Mas ambos os textos sofreram interferência de representantes de governos presentes aos debates em Copenhague. Entre os tópicos omitidos está uma coluna do quadro sobre os cenários de aumento da temperatura, que aponta a possibilidade de acréscimo de 7,8ºC, até 2100, se a concentração de dióxido de carbono (CO2) equivalente na atmosfera superar 1.000 partes por milhão (ppm). 



Solução e futuro

Para a temperatura não subir mais do que 2ºC até 2100, alerta o IPCC, será necessário reduzir as emissões dos gases do efeito estufa para um nível perto de zero. O resumo para tomadores de decisão, com 40 páginas, diz ser “inequívoca” a influência humana no processo de aquecimento global. As emissões de gases do efeito estufa provocadas pelo homem são as maiores da história e vão causar ainda mais aquecimento global e mudança.



Aumenta, portanto, a “probabilidade de impactos graves, disseminados e irreversíveis” sobre as pessoas e os ecossistemas. Entre eles, os eventos extremos - chuvas mais intensas, tempestades, inundações, secas e ciclones - já percebidos. A temperatura e a salinização dos oceanos serão crescentes, assim como o aumento de seu nível, provocado pelo derretimento de geleiras do Ártico. Nenhum lugar do mundo estará intocável à mudança do clima.



A atividade econômica vai cair, a redução da pobreza se tornará tarefa mais difícil e haverá riscos para a segurança alimentar e novos bolsões de miséria em áreas urbanas, aponta o resumo. A mudança climática deve empurrar pessoas para fora de suas regiões originais e há alto risco de conflitos violentos.



Confiança e custos

Segundo o secretário-geral da Organização Mundial de Meteorologia, Michel Jarraud, o nível de confiança nas projeções científicas é maior agora do que em 2009. O que antes estava apenas projetado pelo IPCC agora tem fundamentos em valores. “Ninguém mais pode alegar ignorância”, disse.



O IPCC preservou no resumo para tomadores de decisão a recomendação para que seadotem estratégias de adaptação e de mitigação de mudanças climáticas. Pachauri alertou para o fato de a “janela” estar se fechando.



O custo da mitigação para a economia mundial, nos cálculos do IPCC, deve ser de 0,06% do Produto Interno Bruto de cada país. Quanto mais atrasar o início das medidas de mitigação, mais caras serão as medidas necessárias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.[Fonte: Yahoo]


terça-feira, 13 de maio de 2014

Derretimento na Antártica Ocidental é irreversível, afirmam cientistas


A geleira de Thwaites é uma das mais afetadas pelo processo de derretimento e pode desaparecer
 em um século

Seis geleiras estão derretendo de baixo para cima por causa do aquecimento da água. Somente elas podem elevar o nível do mar em 1,2 metro nas próximas décadas e séculos.
O derretimento das camadas de gelo da Antártica Ocidental chegou a um ponto em que passou a ser irreversível e não pode mais ser interrompido, afirmam dois estudos de pesquisadores dos Estados Unidos divulgados nesta segunda-feira (12/05/14).
Com base em dados recolhidos nos últimos 40 anos pela Nasa – agência espacial dos EUA –, um dos estudos afirma que seis geleiras estão derretendo de baixo para cima e fluindo para o Mar de Amundsen por causa do aquecimento da água ao redor do continente.
Essa parte da Antártica pode ser uma das maiores responsáveis pelo aumento do nível do mar nas próximas décadas e séculos, elevando o mar em 1,2 metro.
"O estudo demonstra que foi ultrapassado um limite crítico", disse o pesquisador Tom Wagner, acrescentando que a pesquisa não foi baseada em simulações de computadores ou modelos numéricos.
Contribuição humana
Segundo o cientista Eric Rignot, autor do estudo desenvolvido pela Universidade da Califórnia em parceria com a Nasa, evidências mostram que uma grande parte do gelo da Antártica Ocidental está recuando de forma irreversível.
Apesar de a situação ser irreversível, reduzir as emissões de gases do efeito estufa, que causam o aquecimento global, poderia frear a velocidade desse processo nos glaciares de Pine Island, Thwaites, Haynes, Pople, Smith e Kohler.
"Nós acreditamos que isso está relacionado às mudanças climáticas", diz Rignot. Para os pesquisadores, o acúmulo de gases do efeito estufa na atmosfera está alterando os padrões de vento ao redor da Antártica, levando águas mais quentes ao continente.
Segundo Rignot, esse processo poderá triplicar sua contribuição para a elevação do mar. "A descarga de gelo no oceano vem aumentando de forma contínua há mais de 40 anos", diz o pesquisador.
Pesquisadores calculam que a geleira de Thwaites pode vir a desaparecer entre 100 e 200 anos, devido à perda gradual de tamanho e peso. Somente ela contribui anualmente para aumentar em um milímetro o nível do mar.[Fonte: DW - CN/rtr/dpa/apf/lusa]

terça-feira, 18 de março de 2014

Nasa prevê colapso da humanidade nas próximas décadas

A humanidade está na iminência de um colapso por conta da instabilidade econômica e do esgotamento dos recursos naturais. Essa foi a conclusão de um estudo financiado pela Nasa, a agência espacial norte-americana. Com o uso de modelos matemáticos a agência norte-americana previu o colapso do planeta Terra mesmo quando eram feitas estimativas otimistas, segundo o jornal britânico Independent.
Usando como modelo o colapso de antigas civilizações, como Roma, Gupta (indiana) e Han (chinesa), a Nasa concluiu que a elite da atual sociedade elevou o padrão de consumo a níveis preocupantes, disparando um alerta de colapso da nossa civilização baseada em cidades e na industrialização. "Esse ciclo de crescimento-colapso é recorrente na história da humanidade", explica o matemático Safa Motesharri.
Motesharri e sua equipe exploraram diversos fatores capazes de causar a extinção da sociedade, como as mudanças climáticas, o crescimento populacional, por exemplo. Os pesquisadores descobriram que a junção desses fatores, aliada à escassez de recursos e a divisão da sociedade entre elite e massas termina por destruir esse arranjo social. Assim aconteceu em todos os impérios da Antiguidade, explica o cientista.
Entretanto, o cientista não considera o fenômeno irreversível. Para evitar o colapso da sociedade, o cientista diz que será necessária uma ação das verdadeiras elites para restaurar o equilíbrio econômico e do uso dos recursos naturais - essa é a única maneira de deter o impacto da ação humana sobre o meio ambiente. E aí, você também acha que estamos a caminho de destruir nossa sociedade?[Fonte: Yahoo]
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